jan 052012
 

A ViaZap® – Redes e Conectividade tem como objetivo principal divulgar assuntos relacionados ao sistema Gnu/Linux e administração de redes, e outros sistemas operacionais.
No site teremos assuntos, scritps e facilidades para erros comuns e incomuns ocorridos no dia a dia de um administrador de redes.
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Tráfego do Servidor Web Link 01Tráfego do Servidor Web Link 02

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mar 272015
 

Quem tem um blog em constante crescimento deve, sempre, se preocupar com dois principios básicos: Velocidade, e segurança. O primeiro garante mais visitantes para o seu blog e melhor posicionamento nos motores de busca, o segundo garante menos SPAM, menos tentativas de invasão e menos problemas envolvendo siglas como XSS, SQL Injection e coisas que podem prejudicar tanto o seu blog quanto os visitantes do seu blog. Hoje, vou apresentar à vocês e vou ensinar a usar em seu blog o Cloudflare, um sistema gratuito que acelera e protege o seu blog, simultaneamente, e que não precisa de instalação em seu servidor e pode ser usado mesmo em hospedagens compartilhadas! :D

O CloudFlare é um sistema de proxy implementado em cima de uma CDN global. O que isso quer dizer? Bem, normalmente quando um visitante acessa o seu blog ele se depara com a seguinte arquitetura: (que é invisivel para o visitante mas que acontece em toda e qualquer visita para o seu blog)

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mar 152015
 

INTRODUÇÃO / APLICATIVOS / INSTALAÇÃO

 

INTRODUÇÃO

Vou contar um pouco do que aconteceu para “precisar” usar o GNU/Linux no Android:

Comprei um Google TV (gosto de chamar de “mini PC”), pois vi em vídeos que tinha como fazer ele bootar pelo Linux e usar. Bom, não consegui (não sei se fiz errado ou o que houve). Então, continuei usando o Android, mas com essa vontade de ser “Livre”.

Ok, depois de muitas tentavas, eu achei um jeito que funciona, usando o aplicativo Complete Linux Installer (ou em português: Instalador Completo de Linux).

  • Nota 1: é necessário que seu dispositivo possua root.
  • Nota 2: não me responsabilizo por quaisquer danos ao dispositivo, faça por sua conta e risco…
  • Nota 3: é necessário conexão com a internet, mas penso que 3/4G não funcione, utilize apenas Wi-Fi.

APLICATIVOS REQUERIDOS

Então, para que isso funcione, é necessário instalar três aplicativos em seu dispositivo:

O VNC pode ser qualquer um, mas recomendo esse por ser bem leve e gratuito.

Instale os aplicativos acima para continuar.

INSTALAÇÃO

Após ter instalado os aplicativos, abram o instalador do Linux. Clique no botão do canto superior esquerdo. Após ter apertado, abrirá um menu com várias opções, clique na primeira.

Leia a página 1 e vá para a página 2. Mostrará as distribuições compatíveis com o seu dispositivo.

Clique em “Download Image” e escolha qual será mais útil para você (se escolher o Ubuntu, recomendo a opção com LXDE).

Recomendo baixar a imagem ISO pelo computador no próprio SourceForge:

Após ter baixado, se for pelo computador, extraia com o nome do S.O. dentro do cartão de memória (ex.: se for o Ubuntu, crie uma pasta chamada “ubuntu” (minúsculo) e coloque os 2 arquivos lá – o “.img” e o “.md5″).

* Lembrando que essa é uma imagem modificada.

 

INICIANDO / VÍDEO

 

INICIANDO O SISTEMA

Então, o mais complicado já foi feito, agora clique no canto superior esquerdo (do instalador do Linux) e clique em “Launch”.

Após isso, escolha a distribuição que foi baixada e clique em “Settings”. Clique em “Edit” e após isso, clique nos 3 pontinhos e ache a localização do arquivo “.img” e clique em “Save Changes”.

Voltará para a tela anterior, selecione o nome da distribuição e clique em “Start”. Abrirá a tela do terminal (se for curioso, já deve ter visto ela). Pedirá sobre o MD5, digite “n”.

Após isso, pedirá para criar uma senha, recomendo colocar a mesma senha da imagem (que é o nome, tipo, se for Ubuntu, coloque “ubuntu”) e confirme ela.

  • “Start VNC Server ?” tecle y.
  • “Start SSH Server ?” tecle n.

Após isso, digite a resolução da sua tela. Se for, exemplo, 600×800, coloque o maior valor primeiro, para ficar “deitada” a tela, ou seja, 800×600.

“Save settings as defaults?” tecle y (ou não, se for a primeira vez, tente com n para ver se a tela está OK e tal).

Se aparecer “root@localhost”, então deu certo. Se não, reveja o que foi feito errado. Após isso, deixe o terminal aberto e abra também o androidVNC.

  • Em “Nickname” coloque qualquer coisa, mas para organização, digite o nome da sua distribuição.
  • Em “Password” coloque a senha da distribuição, no caso do Ubuntu, é “ubuntu” (tudo minúsculo).
  • Em “Address” coloque “localhost”.
  • Não mexa no “5900”.
  • Em “Color Format”, deixe em 24 bits.

Após ter feito essas configurações, aperte no botão tão esperado “Connect”. Se tudo deu certo, aparecerá o desktop pronto para uso.

Aperte o botão de configurações do seu dispositivo (geralmente é o que tem 3 riscos) e clique em “Input Mode” e escolha o “Touchpad”. Pronto! =D

Se ocorreu algum erro, me enviem um e-mail (thupner[at]gmail.com) para não “floodar” os comentários.

TUTORIAL EM VÍDEO

Ler um artigo e não ter imagens é chato, mas se em vez de ter imagens ter um vídeo? Bem melhor, certo? Desculpe pela qualidade:

Então, espero ter ajudado.

mar 142015
 

INTRODUÇÃO

 

A instalação deste sistema de monitoramento de rede é feita de forma simples, utilizando a última versão do Zabbix até o momento, que é a 2.4.

Não entrarei em detalhes quanto à instalação/configuração do Debian, que deve estar previamente instalado. Críticas, comentários e correções, serão sempre bem-vindas.

REPOSITÓRIOS

A versão utilizada do Debian é a 7.8.0, o qual foi instalado sem nenhuma configuração especial, apenas modificado o arquivo “sources.list” (/etc/apt) após a instalação, onde adiciono os repositórios para instalação e atualização de pacotes.

Uma dica é utilizar o site debgen.simplylinux.ch para obter repositórios atualizados, e também adicionar a linha descrita abaixo para instalação do Zabbix através do apt-get.

Editar o arquivo /etc/apt/sources.list e adicionar a linha abaixo (para instalação do Zabbix):

deb http://repo.zabbix.com/zabbix/2.4/debian wheezy main

Este é um exemplo de como está configurado o meu “sources.list”:

deb http://ftp.br.debian.org/debian stable main contrib non-free

deb http://ftp.debian.org/debian/ wheezy-updates main contrib non-free
deb-src http://ftp.debian.org/debian/ wheezy/updates main contrib non-free

deb http://security.debian.org/ wheezy/updates main contrib non-free
deb-src http://security.debian.org/ wheezy/updates main
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mar 142015
 

INTRODUÇÃO

 

Os Servidores Web são componentes essenciais em uma rede, onde disponibilizam uma infinidade de serviços, no entanto, são dispositivos eletrônicos e estão sujeitos a falhas, tanto físicas quanto lógicas.

Os responsáveis pelo gerenciamento dos servidores utilizam uma gama de recursos para aumentar e garantir a disponibilidade de acesso aos serviços disponibilizados, como Nobreaks, conexões de rede redundantes, entre outras soluções, mas uma falha pode causar enormes prejuízos e perda da credibilidade de qualquer setor.

Os fabricantes dos equipamentos dedicam uma atenção especial no desenvolvimento de componentes com proteção e que possuam o mínimo de pontos críticos de falhas. Desta forma, é comum encontrarmos em servidores Web conexões redundantes, que se alternam em caso de falhas de conexão, sistemas que registram em dois ou mais discos o mesmo arquivo e fontes de energia que se alternam entre falhas elétricas.

A arquitetura da rede de computadores possui premissas de configuração para reduzir os pontos críticos de falhas, componentes específicos como Nobreaks e geradores à combustível, que visam garantir energia elétrica suficiente para manter operante os Servidores Web e componentes de rede necessários.

Dominar as técnicas de tolerância de falhas torna-se essencial aos desenvolvedores e projetistas para disponibilizar um serviço de qualidade e que possa se recuperar de forma eficiente. O custo-benefício é outro ponto importante que deve ser levado em consideração, pois o investimento em tecnologia de prevenção de falhas é muito bem visto e possui um mercado mundial em crescimento, onde alguns serviços de larga escala estão hospedados em mainframes de alto custo, mas garantem alta disponibilidade.

O conceito de Alta Disponibilidade não se restringe apenas à arquitetura da rede, mas sim a todo e qualquer tipo de falha de disponibilidade como parte física, servidores, discos e rede. Visando garantir Alta Disponibilidade a serviços críticos, surgem sistemas alternativos com hardware acessível, chamado de Cluster, que é um agregado de computadores interligados em rede que possui alta escalabilidade e custo mínimo.

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mar 142015
 

SOBRE A FERRAMENTA / INSTALAÇÃO

 

SOBRE A FERRAMENTA

Trata-se de uma ferramenta de compartilhamento de arquivos bem parecida com o Dropbox, Google Drive etc. Mas eu considero uma ferramenta bem mais interessante para minhas necessidades, pois posso controlar o tamanho da massa de arquivos e os arquivos propriamente ditos, pois o servidor está em minha infraestrutura física.

Caso queira conhecer melhor a ferramenta, acesse:

INSTALAÇÃO

Vou explicar a instalação tendo como base a minha, que foi feita em Debian 7:

# apt-get install apt-build apt-essentials build-essentials
# wget http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:community/Debian_7.0/Release.key
# apt-key add – < Release.key
# echo ‘deb http://download.opensuse.org/repositories/isv:/ownCloud:/community/Debian_7.0/ /’ >> /etc/apt/sources.list.d/owncloud.list

# apt-get update && upgrade
# apt-get install mysql-server
# apt-get install mysql-client php5-mysql
# apt-get install php5-ldap
# apt-get install php5-ffmpeg php5-imagick
# apt-get install libcurl3 curl php5-curl php5-mcrypt php5-intl
# apt-get install libreoffice
# apt-get install apache2 php5
# apt-get install owncloud

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mar 142015
 

O QUE É CLUSTER

Um Cluster é formado por um conjunto de computadores interligados através de uma rede, as máquinas membros deste cluster são denominadas nó ou node. É importante utilizar uma infraestrutura de rede que facilite a inclusão, alteração e exclusão de máquinas.

Na maioria das vezes o cluster é formado por computadores convencionais e se apresenta de forma transparente ao usuário, como sendo um único computador de grande porte. É válido frisar que é possível a utilização de máquinas mais robustas para construção de clusters.

Não é necessário que as máquinas sejam idênticas, mas sim o Sistema Operacional, para que os softwares que gerenciam as trocas de mensagens e sincronismo dos dados funcionem de forma correta.

De acordo com Zem (2005), existem hoje alguns tipos de cluster, mas alguns se destacam pela aplicação e custo benefício:
Cluster de Alto Desempenho: denominado, também, de Alta Performance (High Performance Computing – HPC), sua característica é o grande volume de processamento de dados em computadores convencionais, que garante baixo custo na construção, e com processamento na ordem de gigaflops. Os servidores deste cluster trabalham com a tecnologia de paralelismo, dividindo o processamento com as outras máquinas, buscando a otimização e desempenho de um supercomputador.
Cluster de Alta Disponibilidade (High Availability – HA): são caracterizados por se manterem em pleno funcionamento por um longo período de tempo, utilizando redundância para manter um serviço ativo e se proteger de falhas, geralmente são computadores convencionais que disponibilizam o mesmo recurso em todas as máquinas da rede, configuradas com prioridades diferentes, onde existe um servidor ativo e os outros ociosos.
Cluster de Balanceamento de Carga (Horizontal Scaling – HS): são caracterizados por dividirem, de forma equilibrada, as tarefas entre os membros do cluster, onde cada nó atenda a uma requisição e não, necessariamente, que divida uma tarefa com outras máquinas. Continue Lendo »

fev 192015
 
Install Ntop
$sudo apt-get install ntop
Next, Configure Ntop
Set Admin Password
$sudo ntop –set-admin-password
Restart Ntop Service

$sudo /etc/init.d/ntop restart

Then check if your ntop already running by visiting
http://[your_ntop_server_ip]:3000 (without [ ])
fev 192015
 

INTRODUÇÃO E CONFIGURAÇÕES

MOTIVAÇÃO

Há pouco tempo, precisei realizar a implantação de um proxy Squid transparente, que realizasse a filtragem da navegação em HTTP (80) e navegação segura – SSL (443).Ao procurar literatura especializada, verifiquei um grande quantitativo de documentação para esta implementação do Squid, mas também observei que para a navegação segura (SSL- 443), os artigos e fontes de pesquisa, praticamente não existiam.

Depois de muito garimpar e estudar o assunto, resolvi trazer minha experiência no formato de contribuição.

Neste artigo, demonstro o passo a passo para a criação de certificados e chaves que serão utilizados no Squid, recompilação do Squid com suporte a SSL (em um Debian Squeeze) e implementação do redirecionamento de portas para direcionar o tráfego de HTPS e HTTP, para o Squid.

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jan 152015
 

INTRODUÇÃO

Este documento é uma atualização da dica Adicionando corretor ortográfico em português no Vim, de Guilherme Maluf, onde adiciono explicações mais detalhadas para tornar o texto um guia definitivo sobre o assunto.

Antes de tudo precisamos de um dicionário da língua portuguesa. O OpenOffice possui o Vero, que é distribuído em em forma de extensão.

Você pode fazer o download do Vero em:

Ao clicar em “Download” será baixado o arquivo vero_pt_br_v208aoc.oxt. Salve-o e entre na pasta de Downloads (ou onde ele foi salvo):
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jan 152015
 

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