jan 052012
 

A ViaZap® – Redes e Conectividade tem como objetivo principal divulgar assuntos relacionados ao sistema Gnu/Linux e administração de redes, e outros sistemas operacionais.
No site teremos assuntos, scritps e facilidades para erros comuns e incomuns ocorridos no dia a dia de um administrador de redes.
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Tráfego do Servidor Web Link 01Tráfego do Servidor Web Link 02

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fev 192015
 
Install Ntop
$sudo apt-get install ntop
Next, Configure Ntop
Set Admin Password
$sudo ntop –set-admin-password
Restart Ntop Service

$sudo /etc/init.d/ntop restart

Then check if your ntop already running by visiting
http://[your_ntop_server_ip]:3000 (without [ ])
fev 192015
 

INTRODUÇÃO E CONFIGURAÇÕES

MOTIVAÇÃO

Há pouco tempo, precisei realizar a implantação de um proxy Squid transparente, que realizasse a filtragem da navegação em HTTP (80) e navegação segura – SSL (443).Ao procurar literatura especializada, verifiquei um grande quantitativo de documentação para esta implementação do Squid, mas também observei que para a navegação segura (SSL- 443), os artigos e fontes de pesquisa, praticamente não existiam.

Depois de muito garimpar e estudar o assunto, resolvi trazer minha experiência no formato de contribuição.

Neste artigo, demonstro o passo a passo para a criação de certificados e chaves que serão utilizados no Squid, recompilação do Squid com suporte a SSL (em um Debian Squeeze) e implementação do redirecionamento de portas para direcionar o tráfego de HTPS e HTTP, para o Squid.

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jan 152015
 

INTRODUÇÃO

Este documento é uma atualização da dica Adicionando corretor ortográfico em português no Vim, de Guilherme Maluf, onde adiciono explicações mais detalhadas para tornar o texto um guia definitivo sobre o assunto.

Antes de tudo precisamos de um dicionário da língua portuguesa. O OpenOffice possui o Vero, que é distribuído em em forma de extensão.

Você pode fazer o download do Vero em:

Ao clicar em “Download” será baixado o arquivo vero_pt_br_v208aoc.oxt. Salve-o e entre na pasta de Downloads (ou onde ele foi salvo):
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jan 152015
 

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ClusterWeb - Internet Data Center

jan 142015
 

PRÉ-REQUISITOS E PASSOS INICIAIS

Resolvi escrever este artigo por 2 razões, a primeira é que o mikrotik (do qual sou fã incondicional) não é um bom sistema para proxy (exclusivamente na minha opinião) quando comparado a qualquer outra distribuição, no caso a minha preferida é o Debian, o outro motivo é que precisei de muito tempo pra chegar a este “conjunto” e deixá-lo funcionando e tenho visto a necessidade de muitos em montar algo semelhante, então espero que este pequeno artigo possa ajudar.

Claro que para esta montagem seu servidor (roteador) tem que ser mikrotik versão 3.X, tendo uma placa onde recebe o link da operadora, uma placa exclusiva para comunicação com o proxy (ponto a ponto) e uma terceira que servirá o acesso ao clientes diretamente. Não vamos nos prender a configuração dos clientes, controle de clientes, controle de banda, nem a entrada de link , nem load balance etc, mas trataremos neste artigo supondo que seu servidor já tenha isto configurado e funcionando, vamos tratar as configurações necessárias para que o mikrotik controle o proxy, e o computador onde estará o proxy com Debian.
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jan 142015
 
Partirei do principio que o servidor já esta instalado com o S.O. CentOS 7.0 e também que este servidor possui no mínimo uma conexão de rede instalada e operacional.

RESOLUÇÃO DAS DEPENDÊNCIAS

Como este é um ambiente de teste, será desabilitado o sistema de firewall que nesta versão está como “firewalld”.

Para parar o serviço utilize o comando:

# systemctl stop firewalld

Para desabilitar o serviço de forma definitiva no servidor utilize o comando:

# systemctl disable firewalld

Utilize o editor de texto VIM ( ou o editor de sua preferência) para modificar o arquivo selinux executando o comando abaixo e alterando a linha “SELINUX = enabled” de enabled para disabled.

# vim /etc/sysconfig/selinux

A linha deverá ficar deste modo:

SELINUX=disabled

OBS.: caso não tenha o editor vim instalado no seu servidor, utilize o yum para fazer a instalação:

# yum install vim -y

Sempre que o arquivo selinux é modificado deve-se reiniciar o servidor, para isso utilize o comando:

# reboot

jan 142015
 

VERIFICANDO OS REQUISITOS DO SISTEMA

 

Detectando onde está o problema…

Eu já tive o prazer de mexer muitas vezes num SO pra deixar do meu jeito, porém o que percebi é que muitas vezes o “meu jeito”, como dissera Frank Sinatra em My Way, não é o correto para rodar jogos ou mesmo bem utilizar os recursos que possuo.

Para iniciarmos a resolução temos que saber alguns informações de forma detalhada.

Temos que saber qual é o seus sistema operacional (versão, arquitetura). Para fazer isso usando o bash:

$ uname -a

A saída do comando será o seguinte:

  • SO
  • Nome do computador
  • Versão do kernel
  • Descrição da distribuição / compilação / build
  • Data de compilação
  • Arquitetura

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jan 142015
 

INTRODUÇÃO

 

Quando pensamos em automação, sensoriamento e controle, normalmente fazemos uma associação com sistemas altamente complexos e caros. Claro que sistemas que necessitam de muita precisão e controle tornam-se mais caros mas o princípio básico é o mesmo, coletar um dado do ambiente e a partir deste dado fazer alguma ação.

O projeto Arduino foi criado com este propósito, oferecer um hardware e software livre a um custo acessível. Isto abriu possibilidades de muitos adeptos da eletrônica e da programação criarem sistemas de monitoramento e controle que até então só eram comercializados por empresas de tecnologia.

O Arduino foi criado na Itália por um grupo de desenvolvedores e especialistas em engenharia eletrônica que criaram um hardware baseado no chip microcontrolador atmega da empresa Atmel. Estes desenvolvedores criaram uma placa com os componentes para dar ao chip atmega uma estrutura própria para a prototipagem, ou seja, um ambiente de testes para o desenvolvimento de projetos.

jan 142015
 

INTRODUÇÃO

 

Esse trabalho é parte de conclusão do curso de especialização em redes de computadores que tem 80 páginas, aqui estou postando apenas a montagem e teste (estudo de caso) e deixando de fora a parte teórica por questões de espaço. Foi documentado passo a passo a montagem do cluster com Mosix, possibilitando a montagem por pessoas com conhecimento básico em Linux.

Durante esse estudo de caso será montado um cluster do tipo load balancing com o Mosix e Linux usando a distribuição Debian 6(squeeze). Durante todo o processo será explicado como instalar, configurar e testar.

O maior desafio nesse trabalho foi implantar esse cluster com sistema operacional e softwares atualizados, o Debian 6 usa kernel 2.6, mas a ideia é montar com versões mais recentes e por isso a versão do kernel em que o Mosix foi instalado foi a 3.0.13, isso garante um sistema atual e mais seguro.

A maior parte da documentação disponível usa versões antigas como kernel 2.4 e 2.6 e muitas vezes difíceis de conseguir os aplicativos e patchs necessários à instalação, já que os repositórios não estão mais disponíveis para downloads. Daí cada vez mais a necessidade de fazer o sistema com kernel e aplicativos atualizado e facilmente encontrados nos repositórios para download.

Foi montada uma infraestrutura para a instalação do cluster usando três desktops, um notebook e um switch fabricado pela Cisco de 100Mbps para conectar esses computadores na rede LAN.

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