jan 052012
 

A ViaZap® – Redes e Conectividade tem como objetivo principal divulgar assuntos relacionados ao sistema Gnu/Linux e administração de redes, e outros sistemas operacionais.
No site teremos assuntos, scritps e facilidades para erros comuns e incomuns ocorridos no dia a dia de um administrador de redes.
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Tráfego do Servidor Web Link 01Tráfego do Servidor Web Link 02

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out 292014
 

Instalação

Olá, pessoal.

Preparei um mini guia de instalação do Antergos, ele é um sistema elegante e baseado no Arch Linux. É uma distribuição muito boa para os novos usuários do Arch Linux. Vou abordar a instalação e o uso de algumas ferramentas básicas.

Nesse tutorial, estou usando o Antergos 2014.08.07 – 32 bits.

Depois de realizar o download e iniciar o processo do boot, na tela inicial do Antergos, aperte o F2 e escolha o idioma Português do Brasil.

Escolha: Inicializar o Antergos live Continue Lendo »

out 292014
 
Conheça as novidades

ATENÇÃO: Antes de iniciar deixo claro que o leitor deste texto é responsável por qualquer problema que venha a acontecer com o seu aparelho, logo: sendo de sua inteira responsabilidade e risco a utilização das instruções contida neste documento.

Linux: Instalado o Android 5.0 Lollipop e  suas as novidades

Visual

O Android 5.0 trouxe um novo visual e grandes mudanças estéticas, a qualidade das animações estão muito superiores e tudo esta mais belo. Para tirar proveito deste novo design, a Google liberou instruções para os desenvolvedores seguirem e eliminar a falta de padrão. Para tal basta abrir a sua APP e primeiramente utilizar a versão da API LEVEL 21 do SDK, e logo após aplique o novo material/tema alterando o arquivo na pasta res/value/styles.xml: Continue Lendo »

out 292014
 
Introdução

Trabalhando dentro de outro GNU/Linux (que não o de Boot) do Disco Rígido. Método para Iniciantes.

Como é para iniciantes, procurarei usar o mínimo possível de terminal e comandos.

Para acessar outros sistemas GNU/Linux de seu disco rígido e editar arquivos, copiar, colar etc, em geral basta estar com privilégios de root em um gerenciador de arquivos qualquer, ou usar comandos.

Mas algumas vezes, mesmo como root, o iniciante abre o gerenciador de arquivos e não “vê” a partição (já montada) que quer acessar!

Isto acontece por causa das permissões, ou porque as pastas e dispositivos estão escondidos (“hidden”), ou ainda, por causa de uma proteção chamada Jail (Jaula). É uma “gaiola” de segurança, que fecha o acesso aos outros ambientes.

Neste exemplo, veja quando abro o Thunar em modo usuário (as pastas aparecem) e em modo root (não aparecem as pastas das outras partições): Continue Lendo »

out 202014
 

Pré-requisito
MRTG (antes de prosseguir é necessário instalar e configurar o MRTG)

O RRDTool (Round Robin Database Tool) tem a função de aumentar as caracteríscas de ferramentas como o MRTG. No caso do MRTG, os gráficos ficarão muito mais detalhados e será possível sobrepor a limitação do MRTG em relação ao intervalo de tempo para a coleta de dados que é de 5 minutos e passará a ser de 1 minuto. Devido a isso, a precisão dos gráficos serão maiores. Veja no figura a seguir:

Uma outra vantagem do RRDTool é que os gráficos (/var/www/mrtg/*.png) serão gerados sob demanda, ou seja, somente serão criados no momento em que forem acessados através de um browser (scripts cgi). Diferentemente do que acontece com o MRTG que os criam a cada 5 minutos na configuração padrão. Uma desvantagem é que o RRDTool exige um servidor de páginas que aceite scripts cgi (ex: APACHE).

Fiz questão de colocar este artigo no site, pois encontrei muita dificuldade para achar bons materiais (dois) que expliquem como fazer o RRDTool funcionar com o MRTG. Apesar de ser bem rápida a integração, existem alguns detalhes que se não forem feitos, os gráficos não aparecerem. Então mãos a obra:
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out 012014
 

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set 212014
 

Não perca mais tempo, venha para a ClusterWeb – Internet Data Center e aproveite nosso planos, temos até planos de hospedagem grátis, confira agora mesmo.

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set 172014
 

O processo é super simples, basta seguir os passos abaixo:

-> PASSO 1:  No servidor cloud que você possui conosco

1. Acesse o WHM e clique em “Create a new account” e crie uma conta com espaço ilimitado e transferência ilimitada e com o login “migrar” (sem aspas).

Esta conta será utilizada para a migração de suas contas, por isso, para armazenar todos os backups precisa de espaço ilimitado e transferência ilimitada.

-> PASSO 2:  No servidor antigo (geração de backups)

1. Acesse WHM e clique em “List Accounts”. Para cada uma das contas realize o seguinte procedimento:

2. Clique no ícone do CPanel localizado ao lado do nome do domínio em questão e uma nova janela será aberta, acessando o CPanel deste domínio;

3. Através do CPanel clique em “Backups Wizard” e uma nova tela será exibida;

4. Em Backup Completo clique em Download ou Gerar um backup completo e um novo formulário será exibido;

Preencha o formulário em Gerar um Backup Completo da seguinte forma:

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set 172014
 

Neste post, estou assumindo que você já possui sua VPS instalada e configurada com o Ubuntu Server. Optei pelo Ubuntu, por ser uma distribuição super simples de configurar. Caso você não possua, aqui vai uma indicação:

  1. ClusterWeb – Internet Data Center

Após o jabá gratuito, o primeiro passo, é você facilitar futuros acessos a máquina, guardando sua chave pública (~/.ssh/id_rsa.pub).

O motivo deste procedimento é para você não precisar digitar sua senha toda as vezes que acessar a VPS.

SSH key

Se você utiliza Mac, aqui vai uma dica super simples para copiar sua chave:

cat ~/.ssh/id_rsa.pub | pbcopy

Com este comando, sua chave já estará no seu clipboard para colar no servidor. Com sua chave em mãos, vamos nos conectar à vps e executar os seguintes comandos:

ssh usuario@ip-de-sua-vps # Ele vai solicitar sua senha desta vez.
cd ~/.ssh # Caso o diretório .ssh não exista, você deve criá-lo: mkdir ~/.ssh
vi authorized_keys

Caso o arquivo não exista, digite touch authorized_keys. Em alguns casos você precisará utilizar sudo. Então, sudo touch authorized_keys esudo vi authorized_keys.

Com o arquivo aberto no terminal, digite a tecla i para entrar em modo de edição no vi. Com o modo de edição ativado, cole sua chave que já deve estar no seu clipboard. (cmd + v para macs) e (control + v) para Windows/Linux. Com sua chave colada, aperte esc para voltar ao modo de leitura e em seguida x para salvar e fechar ao mesmo tempo.

Pronto, ssh key copiada! Caso você tenha criado o arquivo authorized_keys, você vai precisar executar este comando para que o que fizemos tenha feito:

sudo chmod 444 ~/.ssh/authorized_keys

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set 162014
 

Venha para a ClusterWeb – Internet Data Center e assine um dos nossos planos, inclusive temos o plano Grátis, justamente para você testar ou se tens um site pequeno, hospede conosco.

Não perca mais tempo e venha conhecer, faça sua assinatura Grátis, com certeza logo estarás assinando um de nossos outros planos.

E o plano grátis não é por tempo, caso não queira migrar ou que não aja necessidade, continue no grátis para sempre.

Acesse agora mesmo: ClusterWeb – Internet Data Center

 

set 062014
 

Mudar de sistema operacional é algo que pode intimidar bastante aqueles que estão conhecendo o Linux agora. Embora ele seja bem parecido com outros sistemas operacionais baseados no UNIX, como o BSD, o Solaris e o OS X, ele é muito diferente do Windows. Hoje em dia a maioria das distribuições é muito fácil de usar e (seja isso bom ou ruim) abstrai o sistema complexo e poderoso que há por baixo do capô. Com isso as distribuições se tornam fáceis de usar, e os usuários muitas vezes sabem pouco sobre o sistema em si. Hoje vamos dar uma olhada no LVM – Gerenciamento de Unidades Lógicas, que oferece aos usuários a capacidade de redimensionar partições enquanto elas estão em uso.

Primeiro, algumas informações sobre HDs e partições. O HD é onde todos os seus dados são armazenados permanentemente. Não confunda com a memória do sistema, usada para armazenar informações temporariamente como ocorre quando você executa aplicativos ou cria arquivos. Quem vem do Windows deve conhecer as letras de unidades usadas pelo sistema, como C: e D: (unidades C e D). A maioria dos usuários sabe que seus arquivos estão ali, mas nem todos sabem o que é o C:. Para armazenar informações no disco rígido, o computador precisa saber como ler e escrever dados nele. É preciso dizer ao computador em quais áreas do HD ele pode escrever. Essas áreas são as partições. O disco pode ser todo ocupado por uma única partição ou ser dividido em várias partições menores. O computador também precisa saber como armazenar os dados em cada partição, e isso é feito com a criação de um sistema de arquivos nela. O Linux tem vários sistemas de arquivos excelentes para você escolher, incluindo (dentre outros) ReiserFS, XFS, JFS, Btrfs, ext2, ext3 e agora o ext4. O Windows geralmente usa os sistemas de arquivo NTFS e FAT32, enquanto o OS X usa o HFS+. A maioria dos dispositivos para o consumidor, como cartões de memória, vem formatada em FAT32.
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